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O Mercado da Doença – Como a Sociedade te Ensina a Adoecer Para Lucrar


Somos ensinados a adoecer para depois dependermos do mercado da
doença. Fonte: Eco4you
Parece até título de uma notícia daqueles blogs de teoria da conspiração, mas a verdade é que uma entrevista realizada com o prêmio Nobel de medicina Richard J. Roberts reacendeu o debate a respeito das manipulações realizadas pelas farmacêuticas para produzir remédios, que mantêm a doença estável, mas não chegam a curar, de modo que o paciente permaneça dependente do medicamento por longo período, fazendo lucrar as fornecedoras do remédio.

Em entrevista realizada para o site “Diálogos do Sul”, herdeiro dos “Cadernos do Terceiro Mundo”, Roberts afirma que pesquisadores dependentes de recursos privados, para realizar pesquisas, muitas vezes devem parar ou abafar estudos que investiguem ou descubram a cura de uma doença, pois seus recursos são logo retirados pelas patrocinadoras. Segundo Roberts, isso acontece porque as farmacêuticas não estão interessadas em curar as pessoas, mas em desenvolver apenas medicamentos que tornem a doença crônica e só apazigúem os sintomas, o que no caso faria com que o paciente dependesse para sempre da empresa.

A dependência começa pela mente dos consumidores, que
não entendem que seus hábitos as deixam doentes, dependendo
futuramente de remédios que abafam os sintomas, mas
não curam. Fonte: Aumagic
Diabetes, hipertensão, doenças coronárias e muitas outras doenças crônicas possivelmente já teriam cura se a saúde não tivesse se tornado um dos mercados mais lucrativos do mundo? Não se sabe, mas é fato que todos os anos, as pessoas portadoras destas doenças dispendem bilhões em medicamentos que as mantêm vivas, sem as curar totalmente. E o problema ainda é mais complicado quando doenças que atingem pessoas de baixa renda passam a ser a última prioridade dos centros de pesquisa, por não terem possível geração de lucro, como as chamadas doenças do terceiro mundo.

Tendo em vista este cenário, cada vez mais pessoas buscam a cura das doenças em remédios naturais ou terapias alternativas, que apesar de serem desdenhadas pela comunidade científica, crescem cada vez mais por possibilitarem a cura ou alívio da doença, os quais a alopatia não pode trazer.  

A medicina da prevenção ganha cada vez mais adeptos na luta contra a
dependência criada pelas indústrias farmacêuticas. Fonte: DrBayma
Ademais, mais médicos e pessoas de todas as áreas começam a repensar a doença como algo que indica um comportamento nocivo para o organismo, o qual deve ser modificado pelo paciente. Desta maneira a profilaxia ou prevenção cresce cada vez mais aos olhos das pessoas, mas é ainda difícil saber como prevenir tantas doenças existentes no mundo. Uma referência bastante conhecida no meio da profilaxia é o Doutor Alberto Peribanez Gonzalez, que é especializado em Nutracêutica, campo da medicina que utiliza a nutrição para curar ou prevenir doenças. Seus livros e suas palestras são uma importante referência do poder dos alimentos na cura ou prevenção, o que leva o paciente a mudar seus hábitos de vida.

Este veneno vai para a sua mesa todos os dias. Fonte: VivaTerra
Como cidadãos urbanos, é comum que passemos parte da semana nos supermercados e a maioria das pessoas não se importa muito em checar a quantidade de sódio dos alimentos, a presença de conservantes, se estes podem ser possivelmente cancerígenos, a presença de agrotóxicos nos alimentos, se o produto é ou não transgênico e assim por diante. Quando se trata de cosmética e produtos de limpeza, o hábito é ainda menor! Mal sabem as pessoas que os supermercados, apesar da aparente democracia da variedade, oferecem, em sua maioria, produtos envenenados contendo componentes tóxicos, inclusive para crianças.

Além dos alimentos, a cosmética e os produtos de limpeza estão carregados
de toxinas. Fonte: Madeixas
Aqui no blog é comum citarmos fontes danosas à saúde, como o alumínio, presente nos desodorantes, o bisfenol, presente em copos plásticos e outros produtos comumente usados na alimentação, agrotóxicos, presentes nos frutos e verduras, laureto e componentes petroquímicos presentes nos cosméticos e produtos de limpeza. Na verdade, são muitos os produtos que causam danos à nossa saúde e para não depender da indústria bilionária da saúde, que inclui não só as farmacêuticas, como os convênios médicos e redes de hospitais, é muito importante se centrar e se reeducar no quesito alimentar. Pode parecer inocente comer todos os dias alimentos com óleo transgênico, ou ingerir altas doses de açúcar por meio de refrigerantes, excesso de sal, excesso de gordura saturada, provinda de fontes animais, ma todos estes maus hábitos podem levar uma população inteira a adoecer.

O veganismo e seu passo intermediário são opções de vida saudáveis e
que conseguem substituir quase todos os alimentos industrializados por
opções mais saudáveis. Fonte: Vista-se
Aqui no blog sempre falamos sobre veganismo e está comprovado que veganos apresentam menos complicações na terceira idade, referentes a diabetes, pressão alta, doenças coronárias e câncer. Além do vegetarianismo, existem dietas que diminuem ou abolem o sal e açúcar, grandes vilões para a elevação da pressão arterial e da criação de diabetes.
Eu sugiro que as pessoas que preferem uma vida sem remédios façam as mudanças aos poucos. Atualmente eu só uso cosméticos livres de petroquímicos e de lauril. 


Depende de nós não nos transformarmos
em Hommers, por mais engraçado que
ele seja. Fonte: Semcorantes
Não uso recipientes de plástico para guardar alimentos quentes; compro apenas alimentos frescos orgânicos; procuro substituir produtos de limpeza por versões mais naturais, como o sabão de coco ou o vinagre; nunca compro alimentos transgênicos; não como carne, queijo e qualquer outro derivado animal e evito alimentos açucarados e com excesso de sal. Aliás, mesmo o sal pode ser mais ou menos benéfico dependendo de sua origem, pois o mais comum (aquele bem soltinho) não possui todos os minerais, principalmente o magnésio, pois ele é retirado para fazer com que o sal não empedre.
É fato que ter uma vida mais orgânica faz com que o orçamento aumente, mas mesmo não acreditando, minha saúde vem melhorado com o tempo e quase não necessito de remédios; ademais, resfriados e gripes são uma vaga lembrança em minha existência.

Assim, esta é a hora de decidir se você quer gastar mais com remédios ou mais com alimentos saudáveis e decidir se a qualidade de vida e o menor impacto ambiental que sua nova consciência alcançará valem mais a pena do que consumir qualquer porcaria, danosa ao ambiente e à sua saúde, postergando para a velhice o sofrimento da doença e da dependência hospitalar.

A sutileza das publicidades pode nos enganar e nos levar para o
caminho errado. Fonte: BonitaAdventista
Não vamos nos deixar levar pelas publicidades danosas. A maioria dos alimentos industrializados está cheia de componentes tóxicos e tudo bem! Uma empresa que vende agrotóxicos sempre estará ganhando com a sua compra, principalmente porque a maioria destas indústrias também possui uma filial farmacêutica (Leia “O veneno que nos alimenta – Primavera silenciosa”).
Sendo assim, pensar ao contrário se torna cada vez mais urgente! Para vocês e para suas famílias.


Para ler a entrevista completa do prêmio Nobel Richard Roberts, acesse o site Diálogos do Sul: < Farmacêuticas não visam a cura, mas a dependência, diz Nobe de Medicina >

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 Pensando ao contrário










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2 comentários :


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